Ela caminha com as suas raízes de fora, arrasta-se, sem ter ainda encontrado a terra justa para plantar o seu ser. E que sensação essa, a de caminhar assim, exposta às fragilidades, às falibilidades próprias e inerentes ao ser humano, ao cansaço. Medrosa. Sobrevive às intempéries com uma coragem que não sabia que existia, com uma fé que lhe aquece, todos os dias e inexplicavelmente o coração e a alma. Texto: Clara Marchana
Fragmentos.