terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Sonhar às escondidas


Ela arrasta-se num mundo previsível
mas tem é vontade de ser livre
de romper
de rasgar as velhas roupas mecânicas.
Sonha às escondidas que abre a boca ao mundo e respira,
depois joga às escondidas com a liberdade, a pura expressão de ser,
a criação
parece-lhe tudo tão simples naquele jogo.
Mas ninguém a encontra,
ninguém a vê
no meio de tanta simplicidade.
Continua escondida no mesmo lugar,
e agora já não sabe,
se ficar à espera que a encontrem ou mostrar-se para que a vejam.

Texto: Clara Marchana

1 comentário:

Anónimo disse...

gostei muito.
já há muito tempo que não te fazia uma visita e gostei muito do que vi.
André
bjs