terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Persistir numa utopia que se tornará real de tanto acreditar

Dias que passam devagar...
Que esperamos? Quem esperamos? Godot és tu?
"...When I am laid,
I am laid in earth
May my wrongs create no trouble, no trouble in thy breast...
Remember me,
Remember me but ah... forget my fate..."*
O Godot não vem, não aparece, mas ela continua acreditar, a persistir no escuro, no silêncio, talvez numa idéia, numa utopia, mas que é a sua esperança, a sua verdade.
E alguém aparecerá, não o Godot, mas um outro alguém que virá ao seu encontro trazendo uma mensagem, uma resposta.

Texto: Clara Marchana

*Dido and Aeneas, ópera de Henry Purcell (1659-1695)- "Dido's Lament"

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